Juventude-SE e Planalto-GO disputam na noite deste sábado (5) o título da maior edição da história do Brasileirão Feminino A3. Às 21h30 (de Brasília), sergipanas e goianas se enfrentam no Lourival Batista, o Batistão, em Aracaju, em partida que terá transmissão da CBF TV, no YouTube, e TV Brasil.
No primeiro encontro, o Planalto-GO levou a melhor: venceu por 1 a 0 no Anibal Batista de Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO), e carrega a vantagem do empate para o duelo de volta. Sua principal goleadora é Marcelly, com sete tentos, e autora do gol no primeiro confronto da decisão.
Desta vez, o mando de campo pertence ao Juventude-SE, que conta com a artilheira desta temporada: Laureen, autora de 11 gols. Ela foi responsável por cerca de 40% dos gols de sua equipe, que anotou 28 até aqui em toda a competição.
Caso a equipe sergipana vença por um gol de diferença, o campeão será conhecido em uma decisão por pênaltis. Se ganhar por dois ou mais gols, o Juventude irá se tornar o primeiro campeão nacional do Sergipe, feito que inclui competições masculinas e femininas. Para a goiana, o desafio é segurar o empate ou conseguir nova vitória.
O vencedor levantará a taça da quinta edição do torneio, organizado pela primeira vez em 2022. Irá se juntar à lista de campeões formada por Taubaté-SP (2022), Mixto-MT (2023), Vasco (2024) e Atlético-PI (2025).

Novo Brasileirão Feminino A3
Em meio às medidas implementadas na reformulação do calendário do futebol feminino para fomento e consolidação da modalidade às vésperas da Copa no Brasil, o campeonato teve seu formato renovado, com turno e returno na primeira fase, e ampliação no número de jogos (de 78 para 126) e datas (de 11 para 14).
Houve também incremento nas cotas de participação. Na primeira fase, o crescimento foi o mais expressivo: de R$ 36 mil na edição de 2025 para R$ 120 mil nesta temporada, montante 3,3 vezes maior.
Além disso, as 32 equipes participantes tiveram vaga garantida na Copa do Brasil Feminina. Já as quatro semifinalistas asseguraram acesso ao Brasileirão Feminino A2. Além de Juventude e Planalto, que agora miram a taça, Portuguesa-AP e Realidade Jovem-SP subiram de divisão.
A edição de 2026 do torneio teve o maior número de jogos da história.
Assessoria CBF
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